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Cidades Justiça

População pede justiça por jovem que foi atingido com ÁGUA QUENTE por professora em Jose de Freitas

Justiça

14/12/2020 22h54
Por: REDAÇÃO
População pede justiça por jovem que foi atingido com ÁGUA QUENTE por professora em Jose de Freitas

Queimaduras de 2º e 3º graus nas costas, rosto, boca, língua e garganta, membros e regiões íntimas são traumas que vão permanecer por muito tempo na rotina e na vida do jovem Breno Santos Gonçalves de 19 anos, morador do Bairro Suco de Uva, na cidade de José de Freitas, Piauí.

Situação atual do Jovem Breno Santos

No entanto, na tarde desta segunda-feira  (14), a população de José de Freitas, revoltada com a situação e com o caminho que o processo está seguindo, resolveu ir às ruas para protestar contra a esse ato de crueldade da acusada Amparo Aquino, mãe da namorada do rapaz também residente na cidade de José de Freitas.

População freitense vai às ruas pedir Justiça

A mãe e o irmão de Breno participaram da  manifestação que ocorreu com saída do Bairro Suco de Uva, percorrendo a Avenida Paulino Pacífico, Balão da Rodoviária, Praça Central e encerraram na Praça de Eventos Freitas Filho, onde realizaram uma corrente de oração para o jovem Breno.

Irmão Bruno e a mãe Ana Cláudia

Em relato a mãe do jovem, Ana Cláudia clama por Justiça e diz que nada justifica esse ato de crueldade e que espera das autoridades uma resolução para tal situação. A mãe ainda relata que Breno está com dificuldades em se alimentar pois devido à queimaduras na região da boca, ele mal consegue se alimentar.

Mãe de Breno Santos

Desde o fato, no início da noite de quinta-feira (10), ele está internado, no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) na capital Teresina. O jovem passou por procedimentos cirúrgicos e o estado de saúde é estável, mas sem previsão de alta.

A população clama por justiça e que esse crime não fique impune. A sociedade de hoje vive momentos difíceis e precisa de mais apoio em relação a tais situações em que a Justiça por muitas vezes tenta ” abafar” a situação. Esperamos um dia, não termos que sair às ruas para clamar por um direito que é nosso, somos cidadãos e merecemos RESPEITO.

Com as informações Revista Opinião

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